Ao minutoAtualidade, tecnologia e cultura digital.
Política

Chega mantém moção de censura ao Governo, com debate previsto para terça-feira

Iniciativa do partido está ligada ao caso do ministro da Administração Interna. PSD critica a moção; o Chega diz que pretende exigir responsabilidade política.

06 September 2026 · 13:53 · 1 min de leitura

Ilustração editorial abstrata
Ilustração editorial gerada por IA.

O Chega mantém a moção de censura ao Governo, uma iniciativa que deverá ser debatida na Assembleia da República na terça-feira, 8 de setembro. O partido associa a proposta ao caso político que envolve o ministro da Administração Interna, Luís Neves.

O que está em causa

A moção é uma iniciativa parlamentar através da qual um partido pede ao parlamento que retire confiança política ao Governo. O Chega sustenta que a manutenção do ministro em funções justifica esse passo.

As matérias invocadas pelo partido têm sido objeto de polémica pública e de pedidos de esclarecimento. A moção não determina, por si só, qualquer conclusão sobre alegações ou averiguações em curso, nem substitui os mecanismos de investigação competentes.

Posições dos partidos

O PSD criticou a iniciativa, classificando-a como desadequada e acusando o Chega de procurar protagonismo político. O Chega rejeita essa leitura e afirma que pretende responsabilizar o Governo pela decisão de manter o ministro.

O PS indicou que não quer contribuir para uma crise política. A aprovação de uma moção de censura exige maioria absoluta dos deputados em efetividade de funções.

Imagem: ilustração editorial gerada por IA.